1º Dia – Agricultura, Florestas e uso da Terra
2º Dia – Investimento, Adaptação e Infraestrutura

Introdução

Iniciativa inédita na América Latina, a primeira edição da Feira Conexão Carbono Zero, realizada em 2019, foi um sucesso e se consolidou como um evento referência de negócios pelo clima, fomentando parcerias e mobilizando recursos para soluções que visem transformar os modelos de negócios num caminho para reverter a mudança climática.
Após a primeira edição, percebemos que a descarbonização é sim um caminho norteador, mas que a feira vai além disso. Por isso, temos um novo nome: Conexão Pelo Clima, fruto da parceria entre O Mundo Que Queremos, CDP Latin America e Climate Ventures, que se juntaram para oferecer um espaço único de conexão rumo à uma economia de baixo carbono.
Inicialmente prevista para acontecer em 2020, a segunda edição da feira foi adiada para 2021 devido ao Covid-19. No entanto, o diálogo para alavancar a ação climática não pode parar. Por isso, convidamos lideranças do setor para uma sequência de seminários online, buscando inspirar e influenciar as agendas de governos e da iniciativa privada para investir e fomentar bons negócios pelo clima.
O primeiro dia será dedicado às florestas e ao campo, tratando de desafios relacionados à produção de alimentos, o uso sustentável da terra e a valorização das florestas vivas. No segundo dia falaremos dos desafios ligados às cidades, abordando a chamada “agenda marrom”, com debates sobre energia, indústria e planejamento urbano sustentável.

1º Dia - Agricultura, Florestas e uso da Terra

Quais os caminhos para alavancar a economia da floresta em pé? Como a produção de alimentos pode de fato garantir cadeias de valor inclusivas e com uso sustentável da terra?
Diante desse cenário, quais os riscos e oportunidades para o Brasil e América Latina? Por um lado, com a adoção de critérios ambientais e sociais mais rígidos globalmente, precisamos nos adaptar rapidamente para não perdermos mercados e investimentos internacionais, o que resultaria num impacto ainda mais negativo da economia. Quais são os critérios e exigências do mercado? Quais as tendências para o uso mais sustentável da terra, com inclusão social e boas práticas agrícolas e florestais?
Por outro lado, os ativos genéticos e da sociobiodiversidade representam grande oportunidade para o Brasil e uma clara potencial vantagem competitiva, mas se encontram hoje sub-explorados. Quais os obstáculos e como superá-los de modo a posicionar o Brasil como ator chave em soluções baseadas na natureza e da bioeconomia, ao mesmo tempo contribuindo para o desenvolvimento social e local?
Estêvão Ciavatta
CEO na Pindorama Filmes
Daniela Mariuzzo
Diretora Executiva no IDH Brasil
Renata Nogueira
Gerente de Sustentabilidade na Cargill
Mariano Cenamo
Diretor executivo da PPA e Diretor de novos negócios do Idesam
Luciana Villa Nova
Gerente de Sustentabilidade da Natura
Renata Nogueira
Gerente de Sustentabilidade na Cargill
* Em Português, sem tradução

2º Dia - Investimento, Adaptação e Infraestrutura

Está cada vez mais claro que a retomada econômica pós crise do Covid se dará por meio de investimentos que priorizam a geração de negócios e empregos verdes.
O mundo não pode suportar a crise climática. E a forte injeção de recursos públicos para reaquecer a economia exige critérios para sua aplicação. Um deles é o de conduzir a economia para um caminho sustentável. Essa tem sido a tônica das orientações dos grandes fundos de investimento, das agências multilaterais de desenvolvimento e das lideranças de países desenvolvidos.
Temos em nosso continente capacidade humana, inventividade, um bom ambiente de negócios e recursos naturais para gerar energia limpa, construir soluções urbanas resilientes e de baixo carbono, desenvolver materiais de recursos renováveis e outras vertentes de negócios à prova de crise climática. Então como ter todos esses atores trabalhando com engajamento para podermos chegar a esse objetivo comum?
Rubens Ricupero
Ex-ministro da Fazenda
Carolina Costa
Sócia da Mauá Asset Management
Maria Eugênia Buosi
Sócia da Resultante ESG
Gonzalo Muñoz
2º High Level Climate Action Champion COP25
Sergio Humberto Graf Montero
Secretário de Meio Ambiente de Jalisco (México)
Christiana Figueres
Autoridade mundial em mudanças climáticas e ex-Secretária Executiva da UNFCCC
Ana Toni
Diretora Executiva do Instituto Clima e Sociedade

* Em Português e Espanhol, com tradução simultânea.

Quem Somos

Carbon Disclosure Project (CDP)

O CDP reúne grandes fundos de investimento e orienta empresas de capital aberto no Brasil e no mundo a medir, divulgar e reduzir suas emissões. Hoje trabalha com mais de 8 mil empresas e 950 cidades, estados, e regiões e realiza, anualmente, questionários para dar transparência à informações sobre riscos relacionados à mudança climática, segurança hídrica e desmatamento.

O Mundo Que Queremos

O Instituto O Mundo Que Queremos é uma organização sem fins lucrativos que cria e executa projetos inovadores para promover a mudança socioambiental. Entre os projetos estão a feira de negócios Conexão Pelo Clima, o prêmio Melhores ONGs, a campanha Seja Legal com a Amazônia e o canal O Clima que Queremos.​

Climate Ventures

A Climate Ventures promove economia regenerativa e de baixo carbono no Brasil conectando inovação, empreendedorismo e soluções para os desafios impostos pela mudança do clima. Apoia negócios de impacto climático, desde o impulsionamento inicial até conexões com o mercado e investidores. Desde 2018, reuniu um pipeline de mais de 600 empreendimentos climáticos (ECs) com potencial para escalar e entregar soluções disruptivas para a descarbonização de setores estratégicos.

Ficha de Inscrição

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